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Regulamento FEOSP

 

 

REGULAMENTO DOS TORNEIOS DE FIBRA FEOSP 2011.

Fibra de B – C e CACOTRI

Este regulamento é assinado por todos os consultores Técnicos de cada categoria.

01 – Consultores Técnicos de Fibra de Curió

CTF 1504360 - João Carlos Sebastiany – Santo André

CTF 478237 - Luís Ricardo Viviani – Santo André

CTF 545634 - Dairton Jose Belli Monteiro – Santo André

CTF 423885 - Gilson Ferrazzo – Santo André

 

02 – Consultores Técnicos de Fibra de Bicudo

CTF 309189 - Sérgio Luiz Avena – Santo André

CTF 364850 - Evaldo Luiz Areco Nunes – Santo André

CTF 215480 - Luiz Roberto Martins – Serca

CTF 259855 - Raimundo Souza Lopes – Bauru

CTF 237521 - Rafael Cardoso Dos Santos – São Manuel

 

03 – Consultores Técnicos de Canário da Terra

CTF 464469 - Osmar de Oliveira Sandoval – Campinas

CTF 572022 - Amauri Bento da Silva – Campinas

 

04 – Consultores Técnicos de Fibra de Coleirinha

CTF 422996 - Cleber Jose Gonçalves - Campinas

CTF 1742315 - Flavio Celeste Cassiano – Campinas

 

05 – Consultores Técnicos de Fibra de Trinca Ferro

CTF 319178 - Pedro Ulema de Souza – São Paulo

CTF 487535 - Denis Germinio da Silva – São Paulo

CTF 545690 - Fabio Ferreira - CTF – 545690 – São Paulo

CTF 421214 - Antonio Leonidas Trindade Silva – Santo André

 

06 – Azulão

 

Tel. (11) 2692-0954

 

1 - DA FINALIDADE

1.1 - O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer as normas e a rotina dos

Torneios de Fibra dos pássaros: Bicudo (Oryzoborus maximiliani), Canário da Terra

(Sicalis flaveola), Coleiro (Sporophila caerulesnces e S. nigricollis), Curió (Oryzoborus

angolensis) e Trinca Ferro (Saltator similis).

1.2 - As normas e a rotina deste Regulamento serão aplicadas a todos os Torneios

organizados e dirigidos pela FEOSP, inclusive mini torneios.

1.3- O presente regulamento estará disponível no SITE da FEOSP à disposição de todos os Clubes filiados.

2 - DA PREPARAÇÃO

2.1 - Dos Locais dos Torneios – Os Torneios só poderão ser realizados em recintos

cobertos, protegidos do sol, da chuva e do vento, em ambiente claro, arejado e

seguro.

2.2 – Do Ambiente do Torneio - Todo clube deverá indicar o local onde se realizará o

torneio, pagando as taxas devidas, mantendo os sanitários dignamente limpos e com

todo o material necessário, separados entre masculinos e femininos, serviço de bar e

lanches aos expositores, equipe de segurança onde houver estacionamento próprio ou

externo e equipe de atendimento e recepção aos visitantes e demais criadores.

2.3 - Do Horário – Os Torneios iniciados às 08,00 horas, horário de Brasília - DF, com

os pássaros nas estacas. O local de realização das provas deverá estar aberto aos

expositores a partir das 06,00 horas.

2.3.1 – Colocar relógios grandes dentro do ambiente da roda, com horário de Brasília,

em lugares estratégicos, para que não haja divergência nos horários.

2.4 - Da Inscrição - A inscrição será feita somente pelo site, que será

aberta na segunda feira que antecede o torneio às 12,00 horas e o fechamento será

na sexta feira às 18,00 horas.

Tel. (11) 2692-0954

 

Email: feosp@feosp.com.br 3

O valor da inscrição será de 30,00 (trinta reais), sendo 20,00 (vinte reais) para a

Entidade promotora do evento e, 10,00 (dez reais) para premiação que será

administrada pela FEOSP. O sorteio da inscrição começará pela roda externa.

a)Se o expositor inscrever o pássaro para o Torneio, ficará automaticamente obrigado a pagar

a taxa de inscrição, e não haverá devolução em nenhuma hipótese.

b)Se o expositor inscrever o pássaro e não comparecer, deverá avisar os dirigentes até as 7h

para não haver falha e interrupção na roda para apresentação. Caso o expositor não proceda

conforme esse parágrafo, além da obrigatoriedade de pagar a taxa de inscrição, ficará

impedido de inscrever seus pássaros nos 3 próximos torneios.

c)Se o expositor apresentar o seu pássaro e não pagar a taxa de inscrição dentro do prazo, os

pontos desse evento não serão computados, e ficará impedido de inscrever seus pássaros nos

3 próximos torneios.

2.4.1 - Para serem abertas as inscrições a Entidade promotora deverá disponibilizar

todos os Juízes, chefes de Rodas, Fiscais e Marcadores.

2.5 – Pássaro de outrem: conforme IN 15 no seu § 4º: Os pássaros presentes no evento

deverão estar acompanhados do criador Registrado e devem obrigatoriamente constar na

relação atualizada do SISPASS.

2.6 - Recepção ficará a critério de a entidade fazer ou não, mas a decisão deverá ser

divulgada com antecedência.

2.7 - Das Estacas – As estacas poderão ser de madeira ou metal, devidamente

numeradas seqüencialmente, nas faces internas e externas e terão seu torno (gancho

ou prego) com a altura mínima de 1,40m e máxima de 1,65m do chão e um pequeno

gancho ou prego a 0,50m do piso onde serão colocadas as fichas ou cartelas de

identificação.

2.8 - Da Disposição - As estacas serão dispostas em círculo/quadrado ou retângulo

com os cantos arredondados com espaço de 0,20m entre as gaiolas, com a frente das

mesmas (portas) para fora para facilitar o manuseio e serão colocadas obedecendo,

rigorosamente, à seqüência numérica.

2.8.1 – Todas as rodas deverão ser delimitadas por uma faixa (não pode ser zebrada)

ou cordão de isolamento, com distância mínima de 2 (dois) metros entre os

expositores e as gaiolas.

2.8.2 - Os equipamentos de marcação eletrônica deverão estar instalados e testados

no dia anterior ao torneio.

2.8.3 - Deverá haver, à disposição dos Chefes de Roda, um gabarito com a medida de

20 cm que será aplicado no momento da arrumação da roda. Essa distância é medida

Tel. (11) 2692-0954

 

entre centros das partes laterais das gaiolas e deverá ser observada principalmente

nos cantos das rodas.

2.9 - Das Cartelas – As cartelas serão fornecidas pela FEOSP e, seguirá exatamente a

numeração do sorteio feito pelo torneios.org.br., ou será impressa junto com a

inscrição.

2.9.1 – Não serão aceitos pássaros do mesmo proprietário colocados em estacas

contíguas, quando do início do torneio. Caso o sorteio das estacas leve a esta

situação, neste caso, o Chefe de Roda deverá deslocar, dentre os pássaros em

questão, aquele com o número de estaca mais alto, para cinco posições à direita.

2.10 - Do Cabeçalho da Cartela - O cabeçalho deverá ser preenchido pelo Clube, com

etiqueta adesiva, com todos os dados constantes da inscrição. A Feosp enviará um

programinha para todos os Clubes para emissão das etiquetas, desde que o Clube

solicite, ou sairá impresso junto com a inscrição.

2.10.1 - As inexatidões dos dados fornecidos no momento da inscrição poderão levar

os respectivos pássaros à desclassificação. A numeração da anilha tem que ser

transcrita exatamente o que se encontra no pé do pássaro.

2.11 - Da Roda Interna - Não havendo espaço suficiente para formação de uma roda

única será formada uma roda interna, ou tantas quantas necessárias e possíveis. Não

será permitida gaiola com capa na estaca em qualquer momento. O sorteio da estaca

terá seu inicio pela roda externa, conforme consta do item 2.4.

2.11.1 - Não poderão ser transferidas gaiolas das rodas, após iniciada a marcação da

classificatória.

2.12 - Das Gaiolas – As gaiolas serão do tipo padrão, estabelecido no item 2.13,

entendido que a altura da copa (parte mais alta) de qualquer gaiola, ao ser colocado

na estaca, deverá ficar no mesmo nível ou inferior às copas das demais gaiolas.

2.13 – A tabela a seguir define a forma e dimensões limites das gaiolas, sendo estas

últimas expressas em centímetros.

Pássaro Forma Comprimento Altura Largura

Bicudo Piracicaba/Catarina nº. 5 47,0 a 51,0 51,0 a 55,0 21,0 a 23,0

Canário da Piracicaba/Catarina nº. 4 46,0 a 49,0 47,0 a 51,0 20,0 a 22,0

Tel. (11) 2692-0954

 

Terra

Coleiro Carioca 34,0 a 40,0 30,0 a 36,0 15,0 a 20,0

Curió Piracicaba/Catarina nº. 4 46,0 a 49,0 47,0 a 51,0 20,0 a 21,0

Trinca-Ferro Carioca 42,0 a 47,0 39,0 a 45,0 22,0 a 25,0

Obs.: 1. O espaçamento entre talas não poderá ser inferior a 12 mm e as talas

deverão ter espessura máxima de 22 mm.

2. O fundo da gaiola não poderá ser tipo banheira e ficar alagado.

2.13.1 - No caso de algum expositor colocar seu pássaro na roda em gaiola fora do

padrão ele terá um prazo de 10 minutos, a contar do momento em que lhe for

comunicada a decisão, para regularizar a situação, isto na primeira oportunidade que

ocorrer com determinado proprietário, na segunda vez terá sua ave imediatamente

eliminada.

2.13.2. Toda gaiola deverá conter placa com a informação mínima dos seguintes

dados: nome do pássaro, nome científico da ave, nº. do anel, inscrição no CTF do

IBAMA, nome completo, a localidade, Clube e Federação do proprietário. Verificada a

inobservância do aqui disposto, será aplicado, para regularização, o previsto no item

2.13.1.

2.14 - Banheiras - Serão permitidas, para todos os pássaros, entretanto, somente uma

por gaiola, mesmo que vazia, inclusive para o trinca ferro.

2.15 – Altura do Cocho - Não poderá haver na gaiola nenhum objeto que bloqueie a

visão dos pássaros em tamanho superior a 10 cm e nem poderão se situar, a sua

parte superior, acima de 55% do fundo da gaiola, ficando, assim, limitada à altura dos

cochos, porta cochos, porta bebedouros, etc. ou qualquer outro objeto que dificulte a

visão entre os pássaros, diferentes das medidas aqui previstas.

2.16 – Poleiros – Para Trinca Ferro - Para que o pássaro possa se movimentar com as

asas, o número máximo de poleiros (maritacas, cocho, bebedouro/banheira com

poleiros, descansos e o próprio poleiro) nas gaiolas serão de seis, contando os

poleiros de cocho e/ou bebedouro que estiverem na testeira da gaiola.

2.16.1 – Poleiros – Para que o pássaro possa se movimentar com as asas, o número

máximo de poleiros (maritacas, cocho, bebedouro/banheira com poleiros, descansos e

o próprio poleiro) nas gaiolas serão de oito, contando os poleiros de cocho e/ou

bebedouro que estiverem na testeira da gaiola.

O número máximo de poleiros/maritacas será o mesmo, ou seja, oito, em caso do

expositor se utilizar apenas de potes em substituição de cochos/bebedouros com

poleiros para todas as espécies, exceção feita ao trinca ferro, vide 2.16.

2.17 – Da Colocação dos Pássaros nas Estacas – No momento da colocação dos

pássaros nas rodas, ao adentrar-se no recinto do torneio com as gaiolas do respectivo

casal, deve-se manter uma distância mínima de cerca de dez metros, sendo

Tel. (11) 2692-0954

explicitamente proibido que as fêmeas sejam expostas ou vistas pelos outros

concorrentes, em especial por aqueles que já estão dispostos nas respectivas estacas.

As fêmeas não poderão permanecer no recinto do torneio, além de cinco minutos.

2.18 - Fêmeas - É obrigatório que seja designado um local para a colocação das

fêmeas que será supervisionado por um fiscal local, isto porque é terminantemente

proibido que elas fiquem no ambiente da roda e suas gaiolas possam ser avistadas

pelos pássaros em concurso. Importante notar que a FEOSP não terá nenhuma

responsabilidade no caso de furto ou acidente ocorrido com qualquer pássaro levado

aos recintos dos torneios.

3 - DOS PARTICIPANTES E DOS PRÉ-REQUISITOS

3.1 – Anéis - Só poderão concorrer pássaros com anéis fechados e que não

apresentem sinais de violação, ou bitola diferente das compatíveis com o tarso da ave,

conforme exigências do IBAMA.

3.2 – Expositores Sócios de Clubes - Os proprietários dos pássaros inscritos deverão

ser associados à Clube ou Associação Ornitológica, devidamente registrada em

Federação Ornitofílica regularizada no IBAMA e apresentar, se solicitado pela direção

do torneio, a Carteira de Sócio correspondente (Fora do Estado) ou Carteirinha/Cartão

Magnético (se for do Estado de São Paulo).

3.3 – Responsabilidades do Clube Promotor - Cada Entidade (clube, associação,

sociedade ornitofílica) será responsável perante o IBAMA naquilo que lhe for exigido,

dentro das disposições legais e normativas vigentes.

3.4 – Pássaros Híbridos - Não serão permitidas as participações de pássaros híbridos

(cruzamento entre espécies diferentes).

3.5 – Pássaros Mestiços - Serão permitidas as participações de mestiços (cruzamento

entre subespécies), desde que não haja diferenças visíveis do fenótipo característico.

3.6 – Pássaros Deficientes – Não poderão participar pássaros cegos dos dois olhos

(impossibilitado de enxergar o adversário), como também àqueles que tiverem defeitos

graves nos pés e dificuldade de empoleirar.

3.7 – Idade dos Pássaros - Só poderão concorrer pássaros virados com sua cor de

penas definitiva. Proibido pássaros com menos de seis meses de vida.

3.8 - Não poderão ser inscritos:

3.8.1 - Na roda de Canário da Terra – pássaros sem a marcação de cravo (coloração

vermelha) no topo da cabeça;

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3.8.2 - Na roda de Trinca - Tempera Viola, Tiruli, Garganta Vermelha, Batuqueiro.

3.8.3 - Em quaisquer da rodas – pássaros que apresentem cores diferentes do

fenótipo característico da espécie (mutações), com exceção do canário da terra.

Obs.: Em caso de dúvida sobre a participação de pássaros, função do disposto nos

itens (3.8.1), (3.8.2) ou (3.8.3), a decisão caberá a uma comissão assim composta:

dois Chefes de Roda mais um Consultor/Assessor da FEOSP e, permanecendo o

impasse, será ouvido também o Biologo ou Veterinário responsável pelo evento.

4 - DA ADMINISTRAÇÃO DO TORNEIO E DO PESSOAL RESPONSÁVEL

4.1 - Fica estabelecido que os conselheiros Técnicos FEOSP, presentes no torneio,

serão responsáveis pela roda e, indicará aquele que pertencer à região para cuidar da

roda.

Fica entendido, então, que os Chefes de Roda nomeados, escolherão qual será a

ordem hierárquica entre si; aquele que for escolhido o primeiro comandará as rodas, o

segundo será sempre o seu auxiliar e assumirá imediatamente quando faltar o

primeiro e assim sucessivamente.

4.1.1 – Os dois supervisores deverão estar circulando fora da roda, observando e

coibindo abusos por parte dos expositores.

4.1.2 – A equipe de fiscais e marcadores deverá ser oriunda de diversas cidades,

objetivando obter-se a maior justiça e imparcialidade possível.

4.3 - Cada Conselheiro Técnico FEOSP, Chefes de Roda, Fiscais e Marcadores,

deverá portar um crachá de identificação, preso com “jacaré” (sem cordão), fornecido

pela Entidade Promotora do evento.

5 - DAS ATRIBUIÇÕES

5.1 - Incumbe ao Presidente do Clube Promotor e seus Diretores:

5.1.1 - Providenciar para que todos os itens deste Regulamento sejam respeitados e

cumpridos.

5.1.2 - Providenciar para que todos os envolvidos na administração do torneio tenham

à disposição todo o material necessário ao bom andamento do evento.

5.1.3 - Supervisionar de maneira geral para o bom andamento de todo o Torneio.

5.1.4 - Atender a imprensa, Órgãos de Fiscalização ou designar seu representante

para a concessão de entrevistas e informações solicitadas.

5.1.5 - Acompanhar e assistir as autoridades que porventura visitem o torneio.

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5.1.6 - Fazer parte da comissão apuradora ou designar seu representante para tal.

5.1.7 - Anunciar o resultado do torneio, convidando para participar à autoridade da

FEOSP procedendo à entrega dos troféus, sempre do último para o primeiro

classificado.

5.1.8 – A critério do Presidente do Clube promotor e Do Conselho Técnico poderá ser

entregue antecipadamente, a premiação que o pássaro e seu possuidor fizerem jus.

5.1.9 - Comunicar oficialmente, através de A.R., o IBAMA e a Polícia Ambiental, em

suas sedes mais próximas, com 15 (quinze) dias de antecedência da realização do

torneio, para que, se assim o entenderem, compareçam e fiscalizem os procedimentos

porventura irregulares que possam ocorrer, para eximir-se da respectiva

responsabilidade.

5.1.10 - É obrigatória a disponibilização de uma cópia deste Regulamento em lugar

visível e de fácil acesso, para que todos dele conheçam e não venha alegar

ignorância;

5.2 – Incumbe aos Chefes de Roda:

5.2.1 - Cumprir e fazer cumprir este Regulamento, observando atentamente o

desenrolar do torneio, usando sempre o melhor critério, para que impere a isenção de

ânimo e a justiça.

5.2.2 - Processar a retirada de pássaro que não esteja de acordo com o presente

Regulamento, em especial, no que se refere àqueles que não detenham fenótipo para

a respectiva espécie em disputa.

5.2.3 - Efetuar a substituição de algum membro do corpo de marcadores, se

necessário.

5.2.4 - Identificar os marcadores de modo que nenhum pássaro fique sem ser

marcado.

5.2.5 - Nomear, no mínimo 3 (três) marcadores para a reserva.

5.2.6 - Dar, de viva voz, o inicio e o término das marcações, controlando o tempo

rigorosamente.

5.2.7 - Organizar a roda com o máximo zelo e cuidado, dispondo as estacas com

habilidade e rapidez, evitando sempre espantar os pássaros.

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5.2.8 - Ter o cuidado de não se colocar as mãos à frente do poleiro do pássaro e sim

uma acima da gaiola e a outra na estaca.

5.2.9 - Fiscalizar o modelo e o tamanho de cada gaiola, não admitindo aquelas que

fujam aos padrões estabelecidos no regulamento, ajustando sempre a altura das

copas das gaiolas que terão que ficar no mesmo nível de altura do chão.

5.2.10 - Fazer retirar do ambiente da roda os pássaros já eliminados ou

desclassificados e quaisquer outras gaiolas estranhas, em especial, as das fêmeas,

mesmo encapadas, evitando que os competidores sejam prejudicados ou estimulados,

isto sempre com a maior educação e respeito.

5.2.11 - Cuidar para que seja respeitada rigorosamente a mesma disposição das

gaiolas do início do torneio, após a retirada de pássaros eliminados ou

desclassificados.

5.2.12 - Levar ao Conselheiro Técnico da FEOSP todos os fatos relevantes que

tenham ou possam vir a ter alguma influência negativa para o bom desempenho do

torneio.

5.2.13 – Transferir pássaros da roda interna para a externa, quando houver uma ou

mais vagas, fazendo-se um único sorteio para colocar-se rigorosamente, cada um

deles, a partir da ordem sorteada, sempre em sentido horário.

Obs. - A única exceção para este procedimento é quando o pássaro que for colocado

para a roda de fora, ficar vizinho a outro do mesmo expositor, nesse caso, ele será o

quinto a ser conduzido a partir da sua respectiva vez.

5.3 – Incumbe Aos Fiscais.

5.3.1- Cumprir as determinações do Conselho Técnico e/ou dos Chefes de Roda.

5.3.2 - Manter constante e severa vigilância sobre os marcadores, cuidando para que

seja marcado exatamente aquilo que o pássaro cantar, dar visto nas fichas de

marcação e trocar o marcador a cada linha de pontos completada. A troca de

marcadores será sempre pelo marcador imediato da direita, ou o seu próximo se

houver algum impedimento.

5.3.2.1 - Quando o marcador for o último da direita este deverá ser trocado pelo quinto

da esquerda, se for o último da esquerda será trocado pelo quinto da direita e não

poderão mais vir a marcar novamente o mesmo pássaro.

5.3.3 - Avaliar o conhecimento dos marcadores e propor substituições que considerar

necessária.

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5.3.4 - Fazer com que seja mantida a distância obrigatória de 2,0 metros, entre o

público/proprietários e o círculo da roda.

5.3.4.1 - Os expositores, não poderão torcer pelo seu pupilo, mantendo a distância

regulamentar e sem incomodar os marcadores e os pássaros em disputa, evitando

fazer movimentos com as mãos para induzir os marcadores, havendo insistência, fica

passível de desclassificação.

5.3.5 - Encaminhar aos Chefes da Roda, as reclamações, por escrito, dos proprietários

que se sentirem prejudicados pelos marcadores, levando em conta o respeito que

todos merecem e o direito de reclamação. Se a solução não for de sua alçada, o

Chefe de Roda deverá comunicar o fato ao Conselheiro Técnico FEOSP.

5.3.5.1 - O respectivo documento deverá ser encaminhado ao Conselho Técnico

FEOSP, para a decisão final.

5.3.6 - Cumprir e fazer com que seja cumprido este regulamento e em caso de

desrespeito ao mesmo, comunicar aos Chefes de Roda ou ao Conselho Técnico, para

as providências cabíveis.

5.3.7 - Comunicar aos Chefes de Roda, a existência de pássaros que estejam

parados, sem fogo, piando “frio”, “chamando fêmea” ou “pistando”.

5.3.8 - Não permitir que nenhum pássaro fique totalmente sem alimento e/ou água.

5.3.8.1 - No caso dos Trincas eles terão que ter obrigatoriamente em seus cochos

ração granulada, extrusada/peletizada ou papas, ou sementes e um só tipo de fruta ou

legume em uma única unidade.

5.3.9 - Não permitir qualquer ato do proprietário do pássaro ou de seu preposto, que

esteja(m) mexendo ou tocando na gaiola fora do prazo determinado pelo regulamento

e anunciado pelo Chefe de Roda.

5.3.10 - No caso de suspeita/denúncia de alguma irregularidade, comunicar o fato

imediatamente ao Chefe de Roda, para que, se confirmada a suspeita/denúncia,

corrigir as marcações. Os fiscais não poderão alterar o número de cantos na cartela e,

se necessário substituir o marcador.

5.3.11 - A anulação do restante da cartela não marcada, caso não tenha sido feita pelo

último marcador do pássaro.

5.3.12 - Não tocar na cartela de seu próprio pássaro e de forma alguma portá-la

quando da troca de marcadores, evitando, inclusive participar da fiscalização, quando

o mesmo estiver sendo marcado.

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 6 - DO CANTO E SUA CONCEITUAÇÃO

6.1 - O canto ou cantada é o conjunto de notas melódicas modulado pelo pássaro, no

caso de bicudos compõe-se de no mínimo 3 (três) notas caracterizando uma frase

musical. A frase musical é sempre reproduzida pelo pássaro em sua manifestação

sonora. Em regra geral, o canto se inicia com um som (nota) agudo e termina com

notas mais graves.

6.2 - A repetição é a seqüência do conjunto melódico modulado (frase musical) emitido

mais de uma vez, sem que o pássaro pare de cantar. Na marcação da competição de

fibra de canários da terra, trinca-ferros e coleiros, não se considerarão as repetições,

sendo marcado somente um (01) ponto cada vez que o pássaro cantar, sem levar em

conta o tamanho e a composição da frase.

6.3 - O canto será computado nas fichas ou cartelas, por unidade, tantas vezes

quantas forem emitidas a frase musical;

6.4 - As meias cantadas, quando oriundas de cantos originais, serão consideradas um

(01) canto, mesmo quando emitidas separadamente, porém, a meia cantada ou

introdução de canto, deverá ser constituída da seguinte forma: nos Bicudos, será

considerado canto com um mínimo de 3 (três) notas; nos Curiós, Canários da Terra, e

Trinca-Ferros será considerado canto com um mínimo de 2 (duas) notas e os Coleiros

apenas 1 nota em tui.

6.5 - Nos casos de pássaros que emitem dois tipos de cantos (mistura de dialetos), o

dialeto diferente e que não seja original da espécie, não será considerado e, para isto

será necessário a confirmação do Chefe de Roda e fiscais.

Obs: Bicudo e Curió a sua frase musical será considerada em sua totalidade pelo

marcador.

6.6 - Não serão computados como canto a seqüência de “quem-quem” ou

“macheação” e o “purru” e nem servirão como complemento de notas para completar o

canto, sendo tão somente, o fechamento ou mudança de canto.

6.7 - Para os pássaros (bicudos/curiós) que forem “viciados” e “martelarem ou

apitarem”, só será considerado um canto quando eles derem a nota grave final de

arremate ou fechamento de canto. Se o pássaro não fechar o canto e repetir sempre a

mesma nota (apito, etc.) será considerado um canto quando ele der dez (10) apitos ou

outro vício da mesma linha.

6.8 - Considera-se “apito” somente aquele vício de canto em que é repetida a mesma

nota. Se ele sempre variar as notas, emitir apenas notas perdidas, não será

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considerado apitador. Neste caso, considera-se como um (1) canto sempre que se

repetir o conjunto de notas perdidas (soltas) e fechar.

6.9 - Para marcar os apitadores que estiverem cantando de forma a dificultar a

marcação, a contagem será feita em lauda à parte, constando a quantidade de apitos

de cada conjunto e ao final somar os apitos de cada parcela, dividindo-se por 10, e

para cada resto da divisão por 10, considerar este resto como 1 canto, desde que

corresponda ao mínimo de notas p/ meio canto, o que não alcançar este mínimo será

desprezado.

6.10 - Quando o pássaro desempenhar dois cantos diferenciados, marcá-los com seus

respectivos critérios previstos nos itens 6.5 e 7.8, deste Regulamento, observando-se,

ainda, se ocorrer os três dialetos diferentes, inclusive o previsto no item seguinte.

6.11 - Os viciados que cantarem completamente como outros tipos de pássaros

(coleiro, azulão, sabiá, etc.), terão os cantos computados a cada cinco (05) notas

emitidas, desde que sejam ininterruptas.

6.12 – Os pássaros de espécies não repetidoras (canários, coleiros e trinca-ferros),

viciados ou não, só será computado um (01) canto, não importando a seqüência que

tenha sido emitida.

6.13 - No Curió será considerado como canto as "serradas", ilimitadamente, desde que

estas ocorram entre outras notas de assobio;

6.14 - Só valerão os cantos dados pelo pássaro dentro do limite de tempo, isto é, deve

o fiscal ficar atento para que não seja marcado canto após o tempo regulamentar.

7- DA CLASSIFICATÓRIA E FINAL

7.1. – A marcação final será feita em duas etapas.

Canário da Terra. Trinca Ferro, Bicudo e Curió:

Varredura 9,00 horas;

Classificatória 10,00 horas;

Final 11,30 horas.

Coleiro:

Varredura 9,00 horas;

Classificatória 9,45 horas;

Final 11,00 horas.

7.2 - A marcação Classificatória será única (quando for possível) e será feita pelo lado

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de fora da roda, exceto quando não houver espaço mínimo de 2,50m entre as gaiolas

e paredes ou qualquer outro obstáculo.

7.3 - Antes de iniciar a Classificatória, obrigatoriamente, deverá ser feito o sorteio da

estaca de onde começará a marcação, sendo as demais definidas, seqüencialmente,

no sentido horário.

7.4 – Para a Final será feito, de igual modo, outro sorteio para definir a estaca da qual

terá início a marcação, sendo as demais definidas, seqüencialmente, no sentido antihorário.

7.5 - As baterias da Classificatória e Final deverão ser feitas após o respectivo sorteio,

ou seja, haverá dois sorteios.

7.6 - O pássaro que estiver tomando banho na banheira na fase Classificatória será

submetido a uma marcação especial junto com os últimos a serem marcados.

7.6.1- Só será considerado banho, se o pássaro entrar na banheira. Casos em que o

pássaro fique na borda da banheira ou se utilize do bebedouro para tal, bem como

banho seco, não serão considerados como banho, para efeito deste item.

7.7 - Se o pássaro tomar banho na última marcação da Classificatória passará

automaticamente para a final sem prejuízo da quantidade dos classificados.

7.8 - Serão marcados todos os cantos emitidos pelos pássaros. Cada marcador

ajuizará um (1) pássaro utilizando o local apropriado (Classificatória ou Final) portando

a cartela ou ficha de identificação da ave, para anotar os cantos da mesma.

7.9 - O tempo da Classificatória será de 10 min (dez minutos) e o da Final será de 15

min (quinze minutos), controlados rigorosamente pelos Chefes de Roda e auxiliado por

seus fiscais, através de cronômetro. Na etapa Final, será obrigatória a presença de, no

mínimo, 10 e no máximo 20 marcadores.

Trinca Ferro – Na Final serão marcados em duas vezes.

Obs: O tempo para vassourada será de três minutos.

7.10 - Para cada grupo de duas (2) estacas, deverá haver um fiscal que não poderá

mudar de posição e que dará visto obrigatoriamente nas cartelas.

7.11 - O proprietário que marcar seu respectivo pássaro ou usufruir vantagens ilícitas

junto aos marcadores terá seu pássaro desclassificado, bem como todos seus

pássaros ficarão impedidos de participar nos três próximos torneios do Calendário

FEOSP.

7.12 - Na Cartela (modelo oficial da FEOSP), ao final de cada linha completada com a

marcação de cantos, o fiscal, o Chefe de Roda ou ainda o Conselheiro, dará visto na

Cartela, substituindo o marcador que não poderá voltar a marcar o mesmo pássaro.

Tel. (11) 2692-0954

 

7.13 - O proprietário do pássaro que estiver sendo marcado, não será obrigado a

colaborar naquela marcação ou fiscalização.

7.14 - As cartelas dos pássaros desclassificados serão guardadas pelo Conselheiro

Técnico ou Chefe de Roda. Todos os pássaros não classificados deverão ser retirados

de uma só vez, para não descompor a roda seguidamente.

7.15 - Quinze minutos antes da Final, os Chefes de Roda determinarão a retirada das

banheiras. No caso de Trinca-Ferro, fica a critério do proprietário a retirada da fruta ou

legume.

7.16 - As marcações da Final deverão ser iniciadas às 11h30min e coleiro as 11,00

horas.

7.17 - Nenhum marcador deverá iniciar a marcação da Final de um pássaro que tenha

banheira em sua gaiola; se o proprietário não se apresentar para retirá-la, incumbe ao

Diretor ou Chefe de Roda fazê-lo, colocando-a no pé da estaca.

7.18 - Os Chefes de Roda terão que suspender temporariamente qualquer marcação

se algum fato grave ocorrer (barulhos estranhos e aves de rapina), reiniciando o

trabalho tão logo seja normalizado a situação, depois que, aproximadamente, 30% dos

pássaros que estão sendo marcados, voltem a cantar.

Obs: Se o reinicio for impossível, para efeito de pontuação, vale a classificatória.

7.18.1 - Caso algum inseto adentre a gaiola e perturbe o pássaro, sua marcação será

interrompida e anulada. Ele será marcado, começando do zero, na bateria seguinte.

Caso o fato ocorra na última bateria, o(s) pássaro (s) será (ão) marcado (s)sozinho (s),

não podendo haver desmanche da roda.

7.19 – Somente serão premiados e pontuarão para os Campeonatos os pássaros que

permanecerem na roda até o término da última marcação da Final, excetuados

aqueles que não cantem na respectiva marcação.

7.20 - Caso a gaiola de um pássaro em disputa sofra queda da estaca, a ave vitimada

terá 20 minutos para a sua recuperação fora da roda, sob vigilância de um Fiscal.

7.21 - O número de gaiolas que comporão a Final, no caso da marcação manual,

obedecerá este critério:

7.21.1 – Rodas de 60 a 100 participantes classificam-se 30;

7.21.2 – Roda de 101 até 150 participantes classificam-se 40;

7.21.3 – Rodas acima de 150 participantes classificam-se 50.

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 7.22 - No caso de eliminação ou retirada de pássaros classificados para a Final, não

se poderá incluir outros que não foram selecionados entre os que mais cantaram

assim a Final ficará com menor número de participantes.

8 – DA ELIMINAÇÃO.

8.1 – Haverá vassourada a partir das 9.00 horas, a critério do Chefe de Roda.

8.2 - O pássaro só será eliminado da competição, quando assim optarem os Chefes

de Roda, ouvido os fiscais, se o pássaro estiver “piando frio” ou “chamando fêmea” por

cinco vezes consecutivas, sem cantar em seguida ou quando o proprietário tocar

(mexer) na gaiola fora do momento determinado pelo Conselheiro Técnico ou Chefe

de Roda.

8.2.1 - Será eliminado qualquer trinca-ferro que estiver “pistando” (trincando) 5 (cinco)

vezes, sem cantar, a qualquer momento da competição.

8.2.2 – O disposto nos itens 8.2 e 8.2.1 aplicam-se, inclusive, aos pássaros já

marcados.

8.3 - Todos os pássaros de cuja gaiola tenham sido retiradas toda a comida e/ou a

água, serão eliminados. Não se pode também retirar o fundo da gaiola no ambiente da

roda.

8.4 - Toda e qualquer agressão física, escrita ou verbal, independente do motivo e análise, fica

de antemão o agressor e o pássaro envolvido, suspenso por um ano da Federação, perdendo

todos os pontos na competição atual, sem direito de recorrer da decisão e sem nenhum tipo de

ressarcimento. Ficando para análise do Presidente da Federação a possibilidade de aumento

da pena.

8.5 - Quando o proprietário for flagrado marcando seu próprio pássaro, este será

eliminado; a mesma pena será aplicada àquele que estiver bulindo (tocando) na gaiola

ou estimulando seu pássaro ou mesmo prejudicando o pássaro de qualquer outro

competidor.

8.6 - O pássaro cujo proprietário esteja reclamando acintosamente com o marcador,

sem se dirigir aos fiscais, Chefes de Roda ou Diretor, poderá ser eliminado.

8.7 - Sem a autorização prévia de um dos Chefes de Roda, todos os pássaros em

competição são obrigados a permanecer na roda até que o último seja marcado, sob

pena de desclassificação de todos os demais pássaros deste expositor, se houver e

suspensão automática deste expositor e seus pássaros pelos três próximos torneios.

8.8 - Não será admitida sob nenhuma hipótese a colocação nas gaiolas, verduras ou

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 mostrá-las aos pássaros na estaca, mesmo antes do início do torneio, assim como,

também é proibida a exibição ou colocação nas gaiolas de capins, entre eles, navalha

de macaco ou tiririca, cachos de painços, de alpiste, de arroz em casca, milho verde e

qualquer legume, bem como, tenébrio molitor, sob pena de eliminação de seu pássaro.

O pepino, milho verde e outros legumes e cereais, poderão ser postos em pequenos

pedacinhos colocados em cochos não transparentes.

8.9 - Nas gaiolas dos Trinca-Ferros será permitida apenas a colocação de legume ou

fruta, de uma só qualidade, desde que fixada na grade interna da gaiola ao lado da

estaca, sendo proibido pendurar nas testeiras em frente ao pássaro vizinho. Larvas

não poderão ser fornecidas nem secas nem vivas.

8.10 - Observados os itens e subitens anteriores, serão sempre os Chefes de Roda

que darão a última palavra sobre a eliminação de pássaros que estejam competindo.

9 - DA APURAÇÃO.

9.1 - Os dirigentes das rodas deverão observar sempre a regularidade das fichas de

marcação, verificando se as linhas têm o visto dos fiscais.

9.2 - Em caso de empate entre competidores, haverá o desempate pelo seguinte

critério:

9.2.1 - O pássaro que mais cantou na classificatória;

9.2.2 – Continuando o empate será feito sorteio.

9.3 – Todas as cartelas de inscrição e marcação dos pássaros que forem classificados

para a Final, ficarão na posse do Chefe de Roda, que as encaminhará ao Clube para a

conferência e decisão de qualquer recurso ou correção de classificação; após a

conferência e decisão de qualquer questão que possa ocorrer, o Clube lançara o

resultado no torneios.org. br.

9.4 - No encerramento do torneio, o Presidente do Clube promotor, fará a entrega ao

Conselheiro Técnico FEOSP dos relatórios dos vencedores (mapa final) de cada

modalidade, devidamente preenchidos e assinados, constando a classificação final, o

nome do proprietário, o número da anilha, apelido do pássaro, o nome de cada Chefe

de Roda, do Conselheiro da FEOSP e o número de pássaros inscritos em cada

modalidade.9.5 - Encerrados os trabalhos, o Presidente da Entidade promotora deverá lançar os

resultados, a fim de que, o mais rápido possível, todo o Brasil

tenha conhecimento dos respectivos vencedores.

Tel. (11) 2692-0954

 

10 – DA MARCAÇÃO ELETRÔNICA BICUDO E CURIÓ

10.1 – Na Marcação Eletrônica os pássaros serão marcados através do auxílio da

informática (Classificatória e Final).

10.2 – Serão marcados até 20 pássaros em cada bateria, cuja marcação poderá ser

acompanhada pelos presentes em uma Data-Show e Telão que irão exibir o

desenvolvimento da prova em tempo real.

10.3 – Os marcadores deverão ser escolhidos entre jovens acima de 14 anos que não

necessariamente sejam passarinheiros e de preferência tenham habitualidade em

jogar videogame; essa é uma obrigação da entidade promotora em selecionar jovens

que deverão atuar na marcação eletrônica;

10.4 – Os pássaros participantes serão marcados através de um dispositivo manopla

que será acionado assim que iniciar o canto – uma luz acenderá simultaneamente - e

desligado no momento que ele parar de cantar – a luz apagará imediatamente – e

assim até que o tempo da bateria seja completado.

Obs. A respectiva marcação será, preferencialmente, pelo lado de dentro da roda, no

caso de haver roda interna, se terá que executá-la, com todo o cuidado para não

espantar os pássaros que estiverem na roda externa e vice-versa. Em locais que não

seja possível a marcação pelo lado de dentro, caberá aos Chefes de Roda decidir se a

marcação será pelo lado de fora.

10.5 – Será obrigatório o sorteio das manoplas e não pode haver troca sem

autorização dos Chefes de Roda.

10.6 – No momento da marcação dos pássaros pertencente aos respectivos Diretores,

Chefes de Roda, Supervisores ou Fiscais, esses não poderão ficar dentro da roda,

atrás dos marcadores, somente pelo lado de fora, guardando a distância regulamentar.

10.7 – Para agilizar os trabalhos devem ser adotados procedimentos que visem

propiciar condições para que as marcações sejam iniciadas o mais cedo possível.

10.8 – Os pássaros que forem apitadores terão descontado de seu tempo 10% do total

de seu tempo cantando, que será processado antecipadamente pelo programa da

marcação.

10.9 – Para solicitar “pausa” ao operador do sistema é preciso do acordo dos dois

chefes de roda.

10.10 – Uma vez iniciada a marcação não se poderá em hipótese alguma interromper

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 o processo com o objetivo de reiniciá-la ou anulá-la.

10.11 - Para a Final, neste tipo de marcação ficarão classificados:

- 40 pássaros para até 100 inscrições;

- 60 pássaros de 101 inscrições em diante.

10-12 - Todos os demais procedimentos descritos neste Regulamento que não

colidirem com os itens desta Cláusula continuarão a ser adotados.

10.13 – A FEOSP se encarregará de disponibilizar os equipamentos para a Marcação

Eletrônica, inclusive um Data-Show e um Telão.

10.14 – No caso de haver algo que impossibilite a Marcação Eletrônica, se adotará o

sistema tradicional descrito neste documento, cumprindo-se todos os procedimentos

recomendados.

10.15 - Para as etapas em que a previsão seja de 200 ou mais pássaros, deverão ser

disponibilizados 2 (dois) equipamentos para cada roda.

10.16 - Às 11:00 horas, os chefes de roda deverão se reunir para analisar o

andamento dos trabalhos e as medidas a serem tomadas para que o encerramento se

dê, impreterivelmente, até às 13:00 horas.

11 – DA PREMIAÇÃO DAS ETAPAS

Troféus:

Os vencedores de Fibra receberão troféus ao final de cada etapa:

Bicudo – quinze troféus;

Curió – dez troféus;

Canário – dez troféus;

Coleiro, dez troféus;

Trinca Ferro – quinze troféus;

Azulão – cinco troféus.

12 – DA PONTUAÇÃO

12.1 – Todas as categorias FIBRA:

Os 30 primeiros colocados em cada torneio, pontuarão em ordem inversa, ou seja, o

primeiro colocado pontuará 30 pontos e o 30º colocado pontuará 1 ponto.

12.2 - Em caso de empate no Campeonato, o critério de desempate será o seguinte:

12.3.1 – maior número de primeiros lugares na temporada;

12.3.2 – maior número de segundos lugares na temporada;

12.3.3 - maior número de inscrições, ou seja, aquele que mais participou da

competição;

12.3.4 - O último critério é o da idade: o expositor mais velho ganha.

12.4 – Só serão homologados os títulos para o Campeonato os pássaros que

participarem em metade mais uma das etapas dos torneios.

12.5 – Para fins de homologação, caso não haja pássaros classificados em

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 determinada colocação os que estão em lugares logo abaixo poderão ascender na

respectiva tabela.

12.6 – As cartelas dos pássaros desclassificados serão guardadas pelo Diretor ou

Chefe de Roda, e serão entregues ao Presidente do Clube ou seu preposto, com o

objetivo de homologação pela FEOSP dos campeões da temporada.

13 - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

13.1 - Nenhum pássaro poderá ficar no ambiente da roda de espécies que não seja a

sua. Ex: Canário da Terra junto aos curiós ou vice-versa.

13.2 - Todo proprietário de pássaro, ou uma pessoa por ele indicada, será obrigado a

colaborar quando solicitado pelos Chefes de Roda, sob pena de desclassificação do(s)

seu(s) pássaro(s), ouvindo-se o Conselheiro Técnico, onde ocorrer a negativa, que

decidirá se justa ou injusta a sua recusa.

13.3 - O acesso ao interior da roda só será permitido aos Conselheiros, Chefes de

Roda, Supervisores e Marcadores ou atendendo convite de um dos acima indicados.

13.4 - Todos os criadores/competidores presentes deverão estar atentos e proteger os

seus pássaros para que não sejam assustados, não deixando que se aproximem das

gaiolas, crianças, pessoas portando chapéus, bonés ou similares, guarda-chuva,

animais e outros.

13.5 - As pessoas, especialmente crianças, futuro deste País e potencialmente novos

criadores e defensores do meio ambiente, devem merecer a melhor das atenções e

tratamento por parte dos administradores, competidores e colaboradores dos torneios,

orientação com educação para não prejudicar o torneio, inclusive orientar quando

houver fotos com flash.

 

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Coleiros e Trincas © 2008 Fabiano Louzada