PRINCIPAL NOTÍCIAS LINKS FORUM DOWNLOAD CONTATO
  
   Bem vindo, visitante!    Login  
Menu


Publicidade
Coleiros e Trincas : AMEAÇAS À VIDA SELVAGEM DO BICUDO E DO CURIÓ
Enviado por jlouzada em 05/04/2014 01:20:00 (511 leituras)

AMEAÇAS À VIDA SELVAGEM DO BICUDO E DO CURIÓ
É certo que, se não houvesse poluição ambiental, não estaria a sociedade toda preocupada com esse assunto. É a ameaça que paira sobre todos. Durante os últimos cinquenta anos, mais de oitenta espécies de animais tiveram sua extinção provocada, ou pelo menos apressada, pela ação predatória do homem.
A verdade é que todos os animais silvestres, todas as plantas e organismos vivos estão seriamente ameaçados. A continuar da maneira que está sendo conduzida a questão, não vai demorar muito para que isso aconteça. A causa maior da progressiva extinção de espécies tem origem na perturbação geral da ecologia terrestre, ocasionada pelo crescimento geométrico da população humana e da ocupação de áreas cada vez maiores que os homens vêm disputando com os animais selva- gens, considerando, ainda, os efeitos colaterais indesejáveis causados pela multiplicação das atividades agropastoris e industriais.
É fácil entender, então, que deter e controlar a progressiva poluição do ar, das águas e do solo é um dos principais desafios da sociedade moderna. A vida e a permanência do homem na Terra estão debaixo de sério risco. Diante disso, então, os animais, para se defender, estão cada vez mais procurando abrigo nos pontos mais inacessíveis do planeta, tão longe quanto possível da ação nefasta de todos os tipos de poluição ambiental.
No Brasil, a degradação ambiental, os desmatamentos indiscriminados e a agricultura predatória, cujos exemplos maiores são as lavouras de arroz, cana-de-açúcar e soja, em geral praticadas em vastas extensões territoriais, estão provocando nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste um verdadeiro desastre ecológico. É a prática da monocultura que a natureza não aceita e contra o que sempre reage. Esse tipo de exploração exige a crescente utilização de agrotóxicos para combater as plantas daninhas e os insetos nocivos que a natureza vai deixando proliferar para se antepor à monocultura. E as pulverizações com DDT efetuadas às vezes pelo próprio poder público, é responsável pelo desaparecimento de imensas populações de aves, principalmente aquelas que habitam brejos e mangues, como é o caso do bicudo e do curió.
Uma máxima popular que trata da questão ecológica diz com muita propriedade: Se planejamos para um ano, devemos plantar cereais; se planejamos para daqui a dez anos, devemos plantar árvores; e se planejamos para toda a vida, devemos treinar e educar os homens, notadamente para a questão ambiental. Fica a pergunta, será que há alguém pensando nessa última hipótese? Não adianta ficar nessa de ensinar a dançar, a representar e ser músico. Tem que produzir, tem que se preparar para a realidade da vida a cuidar da terra em que vivemos.
Esperamos que algum acontecimento desperte as pessoas, para te- rem, doravante, consciência da degradação irreversível que estão causando à natureza e assim partam efetivamente para conter sua indiscriminada ação predatória. É lógico que a humanidade precisa se alimentar e é obrigada a ocupar novos espaços, não sem antes buscar melhoria na produtividade nas áreas já degradadas. Urge que se encontrem formas de cultivo e ocupação menos agressivas à natureza.
Examinando o levantamento aerofotogramétrico feito por satélite no centro e sudeste do Brasil, teremos uma ideia da devastação ambiental a que estão submetidas as citadas regiões. Necessário se faz que em qualquer tipo de empreendimento, tanto rural como urbano, se analise o tão falado impacto ambiental e, caso sejam comprovados prejuízos consideráveis ao meio ambiente, o projeto deve ser abandonado ou revisto.
Vamos citar em seguida os principais agentes na devastação ambiental a que é submetida a natureza brasileira e que tem relação direta com a vida silvestre do bicudo e do curió, a saber:
Lavoura de arroz - O tipo de lavoura que causou e continua causando maiores estragos à vida dos bicudos e curiós é a cultura do arroz. Infe- lizmente, para que o arroz tenha maior produtividade, mistura-se a semente com inseticidas para eliminar as pragas tipo cigarrinhas, cupins e outros insetos, proteína animal essencial e muito usada na alimentação dos filhotes dos bicudos e curiós. O veneno penetra na seiva da planta e fulmina todo o ser vivente que se atrever a utilizar o vegetal como alimento. Aquele que ingerir as sementes que sobram na superfície ou que a chuva descobre das covas, morre instantaneamente. Tem-se notícia de populações inteiras de aves dizimadas pelas lavouras de arroz. O pior de tudo está ainda no fato de que, em geral, as lavouras de arroz estejam ocupando, de preferência e continuadamente, cada vez maiores áreas de terras de baixadas, brejos, beiras de rios e várzeas, principais hábitats dos bicudos e curiós. As de arroz irrigado simplesmente impossibilitam a existência de qualquer tipo de ave nas cercanias. Tudo é derrubado, canais são abertos, os brejos drenados e a aplicação de inseticida intensificada. Grandes projetos do governo de incentivo à irrigação, tipo Provárzeas e Profir, causaram tantos prejuízos à ecologia que temos dúvida sobre sua adoção se fosse observada a questão ambiental.
Lavoura de Soja - A lavoura de soja tem uma característica básica; normalmente se estende por grandes extensões de terra. Começou no Rio Grande do Sul e hoje já adentrou pelo Sudeste e todo o Centro Oeste, chegando à parte oeste da Bahia, e agora até a Amazônia, áreas onde existiam em abundância o bicudo e o curió. Os agricultores desse cereal têm o costume de não deixar uma só árvore em pé, dizem que dificulta o trabalho da colheitadeira. Como, normalmente, não são pessoas nascidas no lugar, não têm o menor respeito e apreço pela natureza das terras onde estão cultivando a soja. Não há nenhuma preocupação ou mesmo lembrança com a questão ecológica. Observem as grandes fazendas de produção de soja. Será que tem jeito de alguma ave ali viver? O pior é que a constante e crescente ocupação de novas áreas não vai parar, é preciso exportar, o mercado mundial está sempre comprador. É sabido que a soja assume papel de destaque entre os alimentos básicos para saciar, hoje, a crescente fome de seis bilhões de pessoas do planeta. O interessante é que alguns supõem que não se alimentando de carne de animais só de vegetais de soja, em especial, estarão ajudando o meio ambiente. Ledo engano, pois as lavouras de soja provocam muito mais degradação ambiental do que uma área de pasto para bovinos. Lavoura de Cana-de-açúcar - O açúcar para adoçar e o álcool para movimentar nossas máquinas. O preço é muito amargo para o meio ambiente. Vinhoto nos rios, milhões de hectares de áreas rurais utilizadas, incêndio provocado nos canaviais e agrotóxicos despejados por avião. É demais. Não há natureza que aguente. O Norte do Paraná, grande parte do Estado de São Paulo, Alagoas e Pernambuco têm hoje o privilégio de possuírem um deserto, o deserto verde. Onde estão as matas ciliares e a parte de vegetação natural exigida por lei? Só o Estado de São Paulo possui 4,5 milhões de hectares plantados em cana. Por que a sociedade não reage contra as violações e os exageros? Tudo foi derrubado, as pequenas propriedades, os sítios, os pomares, as chácaras foram destruídas pelas correntes dos poderosos tratores cada vez mais sofisticados. Em seus lugares surgiram as verdejantes lavouras de cana-de-açúcar. Nem uma árvore diferente, nem um arbusto; é um verde uniforme, triste e apavorante. E o fogo que ateiam, cercando todos os lados dos canaviais, na época da colheita, é um absurdo. Explicam dizendo que o Brasil é muito grande e há lugar de sobra para ser explorado. Será que alguém, ligado à produção de açúcar e álcool, está preocupado com a sobrevivência dos animais silvestres? Supomos que, diante do atual quadro, a natureza vai logo, logo, reagir. Aí, certamente, toda a sociedade e o poder público vão ter que fazer algo.
Poluição das Águas dos Rios - Os agrotóxicos utilizados nas lavouras acabam entrando no lençol freático ou são carregados pelas águas da chuva, que os leva para os cursos d’água. Quase todos os rios brasileiros próximos às grandes culturas de cereais e cana-de-açúcar estão poluídos pelos agrotóxicos. A vida das aves em suas margens está muito dificultada. Além disso, nas regiões inexploradas, há a poluição por mercúrio dos garimpos e, nas zonas urbanas, pelos metais pesados oriundos de dejetos industriais. A questão mais perigosa da poluição das águas para nossos pássaros é que o Brasil é um dos maiores centros do mundo em produção de aves industriais (para alimentação humana), isso é bom, traz riquezas para o País. Acontece porém que quase todos os dejetos são lançados nos rios, até para alimentação de peixes. E as bactérias, os protozoários, os vírus e demais microrganismos estão se multiplicando descontroladamente e atingindo ambientes supostamente selvagens ajudando a exterminar nossas aves. É difícil, ainda, encontrar um agricultor mais esclarecido que respeite as margens dos rios e as matas ciliares, o que está provocando o assoreamento dos leitos d’água, reduzindo a lâmina d’água, favorecendo o crescimento indiscriminado de algas que consomem oxigênio e inviabilizam a vida dos peixes e de outros animais ribeirinhos. Até porque há pouco tempo o próprio governo incentivava o produtor rural a limpar as margens dos rios para evitar malária e outros “males”, aí ficou a cultura e a impressão de era salutar a “limpeza” nas matas ciliares, sic. Outros tipos de poluição da água importantes são: a do esgoto sem tratamento e o lixo doméstico das cidades, lançados água abaixo. Essa mistura acumula tanta matéria orgânica e espuma de detergentes que o rio - cuja missão também é de levar a vida - se torna um carrasco, espalhando desgraça e morte para o vizinho de baixo. A observação das águas poluídas de um rio é um espetáculo dos mais deprimentes que se possa ver e sentir. O mau cheiro característico é a prova evidente da irresponsabilidade e da falta de noção do mínimo de cuidado com a substância água - a razão da vida na Terra. Quem já observou a nascente de um rio com o correr de suas águas límpidas e cristalinas fica chocado e revoltado com essa questão. Muitos consideram que o maior crime que se pode cometer contra a natureza é provocar a poluição das águas dos rios e depois correr o risco da falta de água potável vendo correr a sua frente um mundão do precioso líquido todo poluído. O maior exemplo no Brasil é o Rio Tietê na cidade de São Paulo. O pior é que, estando à vista de todos, pouco se tem feito para resolver esse grave problema, fundamental para melhorar a qualidade de vida dos animais que vivem em suas margens, principalmente dos racionais. Não adianta falar e explicar, até quando esperaremos uma solução para isso?
Poluição do Ar - A poluição do ar também tem colaborado para a dizimação de nossa fauna e de nossa flora. A chuva ácida, a fumaça de queimadas e os compostos de enxofre. Isso tudo acaba se depositando sobre as plantas, criando uma camada de sujeira sobre elas, carregando-as de materiais muito prejudiciais à saúde das aves. Essas substâncias tóxicas vão também se incorporando aos alimentos consumidos pelos homens; a água, assim poluída, também não poderá mais ser utilizada. Se não houver a conscientização das pessoas, se não forem tomadas providências pelas autoridades, se as leis existentes não forem cumpridas sistematicamente com a finalidade de coibir a degradação ambiental pela poluição do ar, talvez daqui a alguns anos já seja muito tarde para reparar o mal que está sendo feito.
Inundações por excesso de chuvas - As inundações sempre causaram muitos prejuízos aos bicudos e curiós, pelo hábito que têm de fazer os ninhos nas beiradas de brejos à baixa altura. Os ovos ou filhotes são, assim, levados correnteza abaixo. Há também a registrar que, hoje em dia, com o assoreamento e desmatamentos das margens dos rios, as inundações se tornaram mais frequentes, devastando temporariamente os navalhais, dificultando a alimentação dos pássaros e obrigando-os a migrarem de seus territórios exatamente na época da procriação.
Hidrelétricas - As hidrelétricas brasileiras quase sempre foram construídas exatamente nos maiores hábitats dos bicudos e curiós. Quem não se lembra do famoso Canal de São Simão, na divisa dos Estados de Minas com Goiás, da Cachoeira dos Índios, na divisa de Minas, São Paulo e Goiás, da Cachoeira do Marimbondo, na divisa de Minas com São Paulo, entre outras? As terras inundadas são a parte mais baixa do relevo, compreendendo lagoas, brejos, várzeas etc. Ademais, como a barragem regula a vazão d’água, o ciclo natural é interrompido, a parte que fica à jusante da represa também fica prejudicada. Os brejos secam, as lagoas desaparecem e o capim navalha escasseia. A solução para as aves é migrar.
Queimadas - O insensato hábito de incendiar as áreas de terra para desmatar, limpar as roças, para formar pastos etc., tem contribuído para colaborar com o extermínio de inúmeros tipos de animais, bem como destruir toda a vegetação nativa existente na região atingida. Ambientes que a natureza demorou longos períodos para montar são destruídos para sempre, em poucas horas. É mais um absurdo inexplicável praticado pelo homem do século XXI. Os navalhais nativos dos brejos são um alvo muito procurado para se atear fogo, porque não é um bom alimento para os rebanhos e dificulta o trânsito das pessoas nas várzeas e nos cerrados. Com isso, vai se reduzindo cada vez mais o número de locais que se prestam à morada dos bicudos e dos curiós. Acresça-se a isso o fogo por combustão natural e espontânea que é, na época da seca e calor, comum nas regiões de cerrado e campos gerais brasileiros. Assim, extensas áreas naturais, repletas de capinzais do capim navalha, são também destruídas.
Caça predatória - Depois de tudo que foi dito, ainda falta mencionar outra irresponsabilidade: caça predatória que também colaborou para dizimar populações inteiras de aves em certas regiões. A falta de escrúpulo, de sentimento, de amor e educação, infelizmente, levam um segmento de pessoas a praticar esse tipo de ação. A coisa está muito ligada também à miséria e à nossa condição educacional, em que a maioria das pessoas é desinformada. Obter-se lucro com o aprisionamento de animais silvestres é muita crueldade e insensibilidade. O mais grave ainda é que a maioria dos animais capturados morre em consequência dos maus tratos a que é submetida no trajeto, até ser colocada em lugar mais adequado. Há, ainda, o estresse causado pelo trauma do choque sofrido no momento do aprisionamento. Infelizmente a caça foi responsável pelo desaparecimento de grandes populações de pássaros de seus ambientes naturais; não podemos concordar com isso, e temos que fazer de tudo para que esta ação predatória não continue mais. A caça realizada com rede, então, é a mais prejudicial de todas e responsável pelo desaparecimento de extensas populações de aves em todo o mundo.
É muito difícil conter as ações dos caçadores profissionais, porque normalmente agem em regiões de difícil acesso. A fiscalização intensa nas estradas, contudo, talvez seja uma boa forma de coibir o tráfego dos animais capturados.
O Tráfico - A comercialização ilegal, o tráfico está num processo de arrefecimento, pela ação dos órgãos fiscalizadores, conscientização da população e leis mais rígidas. Mancha a imagem do criador sério, é um grande problema que a sociedade toda tem que combater. É exatamente a comercialização ilegal que alimenta e estimula a caça predatória. As famosas feiras livres têm sido muito perseguidas pelos fiscais. Outro fator que está ajudando é a pressão da opinião pública, horrorizada com as barbaridades praticadas contra os animais, focalizadas periodicamente nas telas dos principais jornais televisados do país. Os criadores em ambiente controlado também tem colaborado bastante com suas crias provindas da alta genética e que por isso provocam o desinteresse por aves sobre as quais não se conhece a origem. Esse é o maior trunfo que temos. Essa é, com certeza, a maior arma que se tem contra o tráfico. Os criadores que se preocupam com a qualidade de canto não querem nem ouvir falar em ave silvestre. Elas não aprendem mais o dialeto que se quer ensinar. Louve-se também o trabalho dos ambientalistas bem intencionados que, sem dúvida, ajudam na ação de exterminar o comércio ilegal de animais. Como no caso da caça predatória, a melhor forma de impedir esse comércio é exercer intensa fiscalização consciente nas estradas, educação ambiental nas escolas e conscientização das populações mais carentes.
Os predadores naturais - Falamos de vários tipos de ações predatórias. Nossos amigos ainda são obrigados a sofrer ataques de seus inimigos naturais, tais como aves de rapina (anu, caboré, gralha e gaviões), serpentes, lagartos, macacos e outros animais predadores. É muito comum bicudos e curiós serem vítimas desse tipo de ataque, com a agravante de que o desequilíbrio ecológico os deixa mais expostos ainda. Quando são filhotes, estão muito mais vulneráveis porque, inclusive, não podem voar para fugir do perigo. Outra ocorrência comum consiste na ação do berne da mosca varejeira, que penetra na pele dos filhotes, como é comum acontecer com outros pássaros, mutilando-os, prejudicando o crescimento, e, muitas vezes, levando-os à morte.
Depois disso tudo, ainda há as questões ligadas ao comportamento intrínseco das espécies de que tratamos e que muito acontece no ambiente do território, em especial na época da reprodução:
Brigas mortais - Os bicudos e curiós são muito agressivos e qualquer motivo, principalmente na época do acasalamento, serve para levá-los entrar em vias de fato. Tanto os machos como as fêmeas brigam para defender seu território. Deve ficar claro, porém, que em situações normais respeitam o espaço do outro, porque sabem que entrar ali é agressão certa. Se têm que passar pelo território do vizinho, voam por cima, o mais alto que podem, para não serem alcançados ainda dentro da área. Quando perdem o/a companheiro/a por algum acidente, vão logo procurar outro/a. É nessa hora que acontecem os embates. Entram em choques violentos, que muitas vezes acabam em morte e, mesmo que isto não aconteça, se machucam tanto que as sequelas são sempre muito graves. Quando estão em luta, ficam à mercê das ações dos predadores, que aproveitam a desatenção momentânea para agir. Quando estão agarrados na luta, não enxergam mais nada à sua volta e é muito comum caírem n’água, onde são engolidos por peixes como a traíra, por exemplo. Quando estão “enfezados” ficam cegos e a luta vira vida ou morte, com seu bico poderoso o entrevero termina em óbito e o vencedor, em geral, fica aleijado com falta de dedos, cego de um olho ou com marcas indeléveis na cabeça ou na face.
Isto posto, viver em paz e em segurança é muito difícil para eles. É uma luta diária. As aves sofrem como vimos, em sua vida silvestre, dificuldades de toda ordem. Os que estão aí, são, na verdade, os remanescentes. Aqueles que a sorte ajudou a preservar.
Em contra partida, sabemos evidentemente que estas espécies estão salvas da extinção, são milhares deles produzidos em ambientes controlados cujo manejo foi estritamente desenvolvido pela ação dos criadores abnegados e sem qualquer ajuda oficial. Trabalho esse que serve de exemplo do Brasil para o mundo em face do sucesso obtido na efetiva conservação de aves nativas de origem silvestre como é o caso do bicudo e do curió duas joias da natureza.
Texto original publicado em 1997 no Livro Criação de Bicudos e Curiós do autor
Aloísio Pacini Tostes Bonfim Paulista – Ribeirão Preto SP Multiplicar para Conservar www.lagopas.com.br

Página de impressão amigável Enviar esta história par aum amigo Criar um arquvo PDF do artigo
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.



Publicidade

Parceiros
Pesquisa
Pesquisa personalizada
Contador


PRINCIPAL NOTÍCIAS LINKS FORUM DOWNLOAD CONTATO

Coleiros e Trincas © 2008 Fabiano Louzada