PRINCIPAL NOTÍCIAS LINKS FORUM DOWNLOAD CONTATO
  
   Bem vindo, visitante!    Login  
Menu


Publicidade

« 1 2 (3) 4 5 6 ... 46 »
Coleiros e Trincas : 
Enviado por jlouzada em 31/03/2013 16:20:00 (1013 leituras)
Coleiros e Trincas

A CCAPES CONVIDA E COMUNICA, QUE A PARTIR DO DIA 06/04/2013 TAMBÉM REALIZARÁ TORNEIOS AOS SÁBADOS.
LOCAL: CLUBE NÁUTICO BRASIL.
LOCALIZADO À AVENIDA SANTO ANTÔNIO Nº 111
CEP.: 29025-645

Comentários?
Coleiros e Trincas : RESULTADO FINAL TEMPORADA 2012/2013 CCAP-ES
Enviado por jlouzada em 17/03/2013 19:36:17 (850 leituras)

COLOC____PÁSSARO____________PROPRIETÁRIO________CIDADE_______PONTUAÇÃO
1º LUGAR__K1_________________GEORGE BONFIM______V. VELHA______990 PONTOS
2º LUGAR__FAÍSCA ZERO HORA___RÔMULO_____________V. VELHA______796 PONTOS
3º LUGAR__TIGRÃO_____________EDUARDO MARTINS____VITÓRIA______787 PONTOS
4º LUGAR__SEEDORF____________TETÊ________________VITÓRIA______546 PONTOS
5º LUGAR__FAVORITO___________WAGNER LYRA________VITÓRIA______529 PONTOS
6º LUGAR__FABULOSO___________RONALDO____________VITÓRIA______516 PONTOS
7º LUGAR__SALVAÇÃO___________NELSON D ANTÔNIO___VITÓRIA______499 PONTOS
8º LUGAR__SCOTH______________FABRÍCIO____________V. VELHA_____425 PONTOS
9º LUGAR__7 ESTRELA___________LUIZ CARLOS_________CARIACICA____402 PONTOS
10ºLUGAR__CHEK MATE__________TONINHO BARRETO____VITÓRIA______387 PONTOS
11ºLUGAR__METÁLICO___________DIEGO_______________CARIACICA___379 PONTOS
12ºLUGAR__ROMANO____________GERVÁSIO____________V.VELHA_____343 PONTOS
13ºLUGAR__AC_________________NELSON CAFÉ_________VITÓRIA_____326 PONTOS
14ºLUGAR__XAMEGO____________CARLOS(BABÃO)_______CARIACICA___310 PONTOS
15ºLUGAR__GUERREIRO__________MARCELO TUFÃO_______V. VELHA____310 PONTOS

Comentários?
Coleiros e Trincas : PEDIDO DE ANILHAS
Enviado por jlouzada em 25/02/2013 03:43:38 (1000 leituras)

Anilhas SIPASS/CAPRI

Prezados Criadores,

Informamos que o sistema IBAMA/SISPASS já está liberado para solicitação de anilhas para esta temporada.

As anilhas serão fabricadas diretamente pela Anilhas Capri e enviadas para o seu endereço pelos correios.

Não deixe seu pedido de anilhas para ultima hora, pois a fábrica trabalha com prazo de fabricação de 30 dias mais tempo de envio.

Para saber mais como fazer a sua solicitação de anilhas veja o manual no link abaixo:

http://www.anilhascapri.com.br/manual_capri.pdf

Adiante seu pedido de anilhas, e não corra risco de não receber as anilhar a tempo de anilhar os filhotes.

O pedido deve ser feito exclusivamente pelo sistema.

Boa Criação!!!!

Equipe Anilhas Capri

ww.anilhascapri.com.br

atendimento@anilhascapri.com.br

F:(11) 5641-9074

Comentários?
Coleiros e Trincas : 
Enviado por jlouzada em 25/02/2013 03:40:00 (937 leituras)

CALENDÁRIO DOS TORNEIOS


DATA .............CIDADE.........................CATEGORIA

25-08-2013......BRASÍLIA DF.................Completo + Fibra Cur Pardo

08-09-2013......MINEIROS GO................Fibra Bicudo Curió + Fibra Curió Pardo

08-09-2013......VITÓRIA ES...................Fibra - Coleiro e Trinca

22-09-2013......RIO DE JANEIRO RJ........Fibra Completo menos Fibra Cur Pardo

13-10-2013......RIBEIRÃO PRETO SP.......Completo + Fibra Cur Pardo

27-10-2013......CONTAGEM...................Completo - + Fibra Cur Pardo

10-11-2013......CAMPO GRANDE MS.......Fibra - Bicudo Curió + Fibra Cur Pardo

10-11-2013.......RECIFE PE...................Fibra Canário e Coleiro + Incentivo Fibra Bicudo

24-11-2013......FLORIANÓPOLIS SC......Completo + Fibra Cur Pardo

15-12-2013......MONTES CLAROS MG....Fibra Completo + Fibra Cur Pardo

Comentários?
Coleiros e Trincas : BICUDO BALELA
Enviado por jlouzada em 23/04/2012 02:09:49 (1448 leituras)

MENSAGEM QUE NOS FOI ENVIADA PELO ALOISIO P. TOSTES PRESIDENTE DA COBRAP - CRIATÓRIO LAGOPAS

O BICUDO BALELA
Pelos idos dos anos 80 possuía a bicuda Capitã Gancho que havia vindo de Araguari, trazida por Sineide Guarino, mas que tenha sido provavelmente coletada pelos lados de Vazante MG – segundo disseram à época, no mesmo brejo do Sobe-e-Desce. Parecidos pelos menos eles eram, o mesmo tipo físico. Ela tinha esse nome porque lhe faltavam pedaços de dois dedos do pé esquerdo, trauma que sofreu quando chocava em viveiro com essa horrível tela de sextavada de pintinhos. Mas a deficiência em nada atrapalhava seu comportamento. Valente, enorme e do bico branco, cabeça chata, “sonho de consumo” de quase todos que a conheciam. Tinha um grande problema, apesar de histórico de excelente chocadeira, não era qualquer macho que tinha a coragem de galar.
Na casa de Santiago onde esteve emprestada para chocar “a meia” não deu certo. Lá não tinha jeito mesmo, com todo respeito a sua memória. Pregou o pau nos bicudos e nos foi devolvida, dizia ele: “não dá, não tem bicudo que gala, ela é brava demais e pode até matar os bicudos”. Bom, então, ficou durante algum tempo lá no Lago Norte, na “Academia do Lago”, origem da Lagopas – o
lago dos pássaros -. Acompanhava o bicudo Carijó – o Bunda-Roxa - em suas apresentações nas rodas de fibra a viajar de Kombi pelo Brasil afora.
Depois de algum tempo o Chico Bernardes – Chico do Ônibus – me disse que “dava conta” de gala-lá e que tinha um bicudo do General Oliva o “Canuto” que era um Magnirostris, vindo do Norte do Brasil, muito valente e cantador. Observando o pássaro, realmente dava para perceber muita aptidão para a fibra. Cantava bem de cara, era realmente diferenciado. Aí, concordei em levar a Capitã Gancho de novo para tentar tirar filhotes, dada a sua excelência. Em seguida, boa notícia o Chico me telefonou e disse: “consegui galar a bicha, deu certo”. Ótimo, passado alguns dias fui lá ver, havia nascido apenas um único filhote. Fiquei contentíssimo, o Chico havia me ofertado: “esse é seu, na próxima choca fico com o outro para compensar”.
Muita alegria. Daí alguns dias precisava anilhá-lo – já havia a exigência da anilha fechada -. Eu nunca tinha feito isso, o Chico também não. Tentei e não consegui passar a anilha. Por azar, o Toninho Goiano, estava por perto e disse: “deixa comigo, sei fazer e muito bem”. Embora toda a sua boa vontade, ele o fez da pior forma, torceu o dedo de trás do pé esquerdo e aleijou o filhote. Passado alguns
dias quando fui a Taguatinga ver como estava o pássaro, para minha indignação ele estava realmente com o dedo de trás do pé esquerdo torto e defeituoso. Ao observar aquilo, fiquei muito contrariado e revoltado. Disse ao Chico “pode ficar com ele, não quero o bicho desse jeito. Faça bom proveito”. A Capitã entrou em muda e não quis chocar mais.
E o tempo passou. Seis meses depois Paulo Roberto, o “Carioca” me falou: “estou com um bicudo pardo das suas fêmeas que é ótimo, repete e canta goiano limpinho”. Não dei nenhuma importância, sabia lá, quem seria: do Santiago, talvez. Pois havia bicudas minhas com o Santiago, Jorginho e Chico Bernardes.
Bom, passado algum tempo, marcamos o primeiro torneio de qualidade de canto de bicudos para um sábado na sede da ACPB na 907 Sul, da qual era presidente, na oportunidade. Fui bem cedo para lá para ajudar nos preparativos do evento. Sentei-me numa cadeira ao lado do juiz, se não me engano o Dr. Barbusse.
Daí um pouco, iniciado o torneio, o Carioca veio com um bicudo encapado e perguntou “agora é minha vez?”. Sim era a vez. Aí ele desencapou o bicho. Para minha surpresa, parecia que estava vendo a Capitã, fiquei meio atônito. Igualzinho, até o bico branco e a mesma postura e
jeitão. Pendurou e se dirigiu a mim: “chupa essa manga”, gozador como era, coisa de carioca, rssss. Mas não foi para rir não, quase chorei, depois. O bicho começou a cantar. Na primeira deu mais de trinta cantos, começou no “gogó” e foi levantando o canto, sem errar notas e dividindo com risada. Sempre tremendo as duas asinhas, cantou a segunda vez mais 35 cantos e assim foi até fazer dez minutos. Fiquei, pasmado, boquiaberto, espantado e com a maior cara de bobo.
Essa cena não me sai da cabeça. “Tá vendo, desprezou o bicho só porque ele tinha um pequeno defeito no pé! Toma!”. Eu com a cara de idiota e a turma toda me gozando. Em especial, o Carioca e o Salazar que havia acabado de comprá-lo por uma fortuna. Foi batizado naquele momento de “Potoca” uma alusão a si próprio que gostava de falar demais e muito alto. Tive que chupar a manga, fazer o quê? No entanto, esse foi só o primeiro momento.
Daí em diante, quando se falava em bicudo o Potoca tinha que estar na conversa. Cada vez mais famoso foi enfim, comprado pelo Daniel Lemos que o colocou na casa do Wilson Mineiro para tirar filhotes aproveitando sua excelência na repetição. Ia muito à casa de Mineiro que era meu conterrâneo de Manhuaçu MG, e ficava lá no
sofá, tomando café e de rabo olho admirando o bicho. Não dava para adquiri-lo, muito valorizado. Alguns filhotes foram tirados, mas pelo jeito morreram, não se sabia direito cuidar de pássaros jovens, a coccidiose matava quase todos.
Passado quase um ano veio a notícia o Chico de Sobradinho comprou o Potoca, já preto, mas com algumas penas ainda pardas. Logo me ligou e disse: “vou desbancar o Batuque, no primeiro torneio de fibra vou colocar do lado e quero ver!” Pensei: tá ficando doido, colocar do lado do bicudo mais agressivo que já apareceu até hoje no sentido de desafiá-lo. Vai amofinar o bicho e estragá-lo. Chico dizia isso porque em pequenas rodas que havia à época o Potoca dava show, tremendo as asas cantava muito e repetindo até vinte vezes.
Aí, veio o choque para mim, primeiro torneio do ano em Taguatinga no Clube Primavera. Coloquei o Batuque e distraidamente fiquei ali conversando com os companheiros. Tinha presente que quase todos fugiam de colocar bicudos perto do campeoníssimo porque era “caixão”. Difícil agüentar, precisava ser muito bom e calejado. A maioria “miava”. Em seguida, quase oito horas lá vem Chico com Potoca com ainda algumas penas pardas e o coloca do lado. Entrou cantando na surdina e
tremendo as asas para os adversários. Batuque, em resposta, logo começou com seu costumeiro comportamento: vindo à grade todo arrepiado dando aquele seu quenquém característico e despejando canto e virando de costas em seguida. E assim foi até por perto de 11 horas.
Implorei ao Chico para tirá-lo do arrocho porque iria acontecer a intimidação do bicho e ele ficar daí para a frente traumatizado com a roda. Ainda bem que o Chico, num momento de lucidez resolveu tirá-lo. O Batuque já estava nos seus quase quatro anos de experiência, engolindo o Potoca. Mas mesmo assim, percebi a qualidade de guerreiro dele. Na minha cabeça ficou mais uma vez o pensamento: “sou um idiota, como pude desprezar esse maravilhoso pássaro”.
O tempo passou infelizmente o amigo e companheiro Chico se foi, vítima de uma violência sem par, morto que foi por um seu protegido. Pensei!!!, “agora seria a hora de pegar o Potoca com a viúva”, mas ela queria caro. Aí, na minha indecisão, o Celso Neves foi mais rápido, comprou o bicho. Todavia, logicamente a fêmea tinha sumido. Ela era um aborto e isso é fatal para um bicudo novo: afastá-lo de sua fêmea. Não estava aprontando bem na mão do
Celso, percebi que ele não estava satisfeito com o nosso enfocado.
Jeito não tinha de comprá-lo, a faixa de preço muito acima de minhas posses. No dinheiro não havia como. Bom, aí veio a ajuda “Do Lá de Cima”. Meu bicudo Branquinho, filho de Estilingue, estava dando o que falar. Muitos primeiros lugares e sempre com um bom desempenho. O havia comprado por uma bagatela do amigo Roberval. Fomos então ao torneio em Barra do Garças MT, na volta meu carro quebrou, queimou junta de cabeçote e fundiu o motor. Teria que gastar um dinheiro para levá-lo até Brasília e consertá-lo. Para minha surpresa, encontrei na viagem o Celso perto de Morrinhos GO. Ele disse: “quer dispor o Branquinho, rindo? Dou o Potoca, o Ping e conserto o teu carro.” Dito e feito fizemos o negócio. Bom para ele que foi campeão várias vezes com o Branquinho.
A felicidade foi muita, consegui pegar o Potoca e também o Ping – filho da Paraguaia – que foi mais tarde para o Paraná na mão de Pité com o nome de Pirulito pai do Rio Branco, campeoníssimo de flauta com repetição. Quer dizer, com todo respeito ao Branquinho a troca foi vantajosa para mim. Sentia-me, recompensado agora com
bicudos filhos de minhas excelentes bicudas a Capitã e a Paraguaia.
Já virando o ano, mudei seu nome de Potoca para Balela, ficou do bico preto, de bom tamanho e muito manso, atacava a mão no momento do trato. Acasalei o bicho direito e participei no ano de 89 de 23 torneios onde ele se classificou em todos. Naquele que deveria ter tirado primeiro lugar em Monte Alegre de Minas, foi travado por um companheiro de Brasília que o marcou tirando dois cantos a cada cantada de quatro ou cinco. Fiquei indignado, mas não tinha jeito de fazer nada. Na roda repetia menos. Bem, minha intenção com ele não era roda queria simplesmente torná-lo um galador em meu projeto futuro de montar um criadouro assim que pudesse aposentar daí pouquíssimos anos.
E assim aconteceu, mudei para Ribeirão Preto e montei um o Criadouro Lagopas e o Balela era um de nossos carros chefe. Começou a funcionar em 94 e uma das primeiras ninhadas foi o cruzamento de Balela X Fininha – vinda de Campo Grande do Antonio Cursino -. Daí nasceu uma ninhada de três, Olé, seu irmão e Olaia e outro que ainda pintado por manejo incorreto de Célio Elias que o levou da Lagopas com uma capa preta,
mudando-o de gaiola naquele momento. Aí, o bicho assustou-se e debateu-se até vir a óbito, lastimável.
Olé se tornou um campeão na mão de Batista oito primeiros lugares ainda pintado. Passava na roda até um minuto e meio cantando no gogó, tremendo as asas como o pai, um verdadeiro espetáculo. Passado ao Dr. Drumond de Petrópolis, Olé lá não fez boa figura, não chegou a ser um grande destaque, embora tenha ganhado alguns torneios. Ora, ficava em Petrópolis RJ, num quartinho frio junto com quatro outros bicudos de destaque. Assim, não há bicudo de fibra que agüente. Lamentável, ver um bicudo com aquele potencial ser capado pela má condução. Aí, pior, com o falecimento do amigo Drumond, ficou alguns anos por lá, tratado por gente que não entende direito de manejo, esquecido e sem participar de nada. Para mim, no entanto, ficou a prova evidente que o Balela era um bom raçador.
Depois disso, tirei o Badalo com a filha do Balinha a Sininha, presenteie, ainda filhote, ao Marcilio Picinini que depois de algum tempo, por causa de seu canto ruim, foi passado de mão e foi parar em Foz de Iguaçu PR, consegui reintegrá-lo ao plantel através do amigo Tanamati. Hoje está em plena atividade produzindo ótimos filhotes. Também o Batepau – excelente repetidor - que foi
campeão nacional de canto altamogiana com repetição. Que também está como galador produzindo filhotes diferenciados. Para não se esquecer da Olaia, hoje com 18 anos mãe de mais de trinta filhotes, embora tenha problemas no trato, perdi alguns dela porque tem o costume de bicar os filhotes a partir do 3º dia. Vem chocando sem parar nestes anos todos. Bom, o final foi sido feliz. Aquele bicudinho defeituoso e desprezado agora tem dezenas de descendentes de altíssima qualidade graças a possibilidade do uso sustentado e da efetiva criação doméstica de pássaros diferenciados. Moral da história, a balela, a potoca neste caso é uma verdade verdadeira representada nessa estória do saudoso Balela.
Aloísio Pacini Tostes
Lagopas.com.br

Comentários?
« 1 2 (3) 4 5 6 ... 46 »



Publicidade

Parceiros
Pesquisa
Pesquisa personalizada
Contador


PRINCIPAL NOTÍCIAS LINKS FORUM DOWNLOAD CONTATO

Coleiros e Trincas © 2008 Fabiano Louzada